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Materialidades: Por: Maurício Duarte


O Breve Século 20


Numa perspectiva ampla, ilustrar é “iluminar alguma coisa.” Desde Gutemberg, essaalguma coisa é um livro e a reprodutibilidade desse livro tinha sido garantida através dos tiposmóveis criados pelo artista gráfico alemão.Capturar a “essência” de algo não é a questão. A questão é: a poeticidade das ilustrações não significa nada sem um texto que as complete.Podemos falar do lugar da ilustração em pesquisas acadêmicas e podemos falarsobre o lugar ontológico da ilustração.Felizmente ou infelizmente, tudo o que podemos tocar, ver, cheirar e outras dascapacidades cognitivas humanas (falando sobre linguagem específica) tem um discurso portrás, tem um texto por trás. Contudo, a ilustração “em si mesma” não necessita disso. O tema é vasto e não se esgota; podemos dizer que a ilustração necessita de um texto para funcionar, mas ela tem suas próprias questões; por exemplo: a ilustração pode ser narrativa, informativa e... publicitária.Embora eu não esteja fazendo arte panfletária; minha arte é um tipo de “propaganda socialistalibertária” se isso existe ou existia. Não obstante, eu não estou atrelado a nenhumacorrente da assim chamada linha anarquista ou da corrente ortodoxa socialista e não, não estouatrelado a nenhuma corrente direitista ou centralista. Eu sou um artista e minha arte (ou anti-arte) é neoísta,individualista, neodadaísta ou qualquer coisa que você queira chamar, nada mais e nada menos.




Como pudesse...


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Apocalipse motorizado










Lógica do sentido

Enviado por Maurício Duarte

http://www.yessy.com/mauricio_duarte

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